18:49 · botão aos 10:28 · tráfego frio

ROTEIRO VSL CURTA (15 a 20 min) · Peças Cíveis Perfeitas · Profª Vanna Cabral

Tráfego 100% frio no Meta · venda direta no checkout · sem página intermediária Gravação em celular com ring light, mais compartilhamento de tela @claudinho · 2026-08-18 · Versão 3, passe de correção ciclo 2 (peça de demonstração construída, não mais peça real) · timecodes recalculados a 145 palavras/min


RAIO-X DA REFERÊNCIA

Único material de referência consultado foi o gold-standard core/data/gold-standards/copy/cpl-oferta-dia1-jornada-vpo.md. É roteiro falado de oferta no nicho de palestras. Nenhuma VSL de concorrente foi usada nesta peça.

Princípios extraídos (5): 1. Voz transcrita, não descrita: o roteiro grafa a fala, não descreve a intenção da fala 2. Objeção verbalizada em 1ª pessoa do lead com o nome do expert dentro, respondida com calma 3. Ancoragem em camadas com desconto nominal em reais antes do preço final 4. Bônus como engenharia de objeção: cada item mata um medo nomeado 5. Fechamento por bifurcação de decisão (2 caminhos explícitos), nunca por resumo

Não transportado: nenhuma frase, headline, nome de método, bordão, saudação, estrutura de módulos, visualização guiada, prova social, valores, promessas de faturamento ou léxico tribal da campanha de referência. A referência é de nicho, oferta e voz completamente distintos.

Divergência nos 5 eixos, todos confirmados.

  • Promessa/Big Idea, ser lido, derivada do briefing deste produto
  • Estrutura, espinha por objeção em 4 movimentos com a prova entrando como camada
  • Léxico, vindo do COMUNICACAO.md da Vanna
  • Provas e exemplos, demonstração de peça e zero caso de aluno
  • CTA e fechamento, checkout direto com custo de inação próprio

PERSONALIZAÇÃO (Lei 0.5)

  1. O que o projeto QUER: venda direta no checkout a R$ 397, tráfego frio, CPA teto R$ 145. Sensação-alvo: reconhecimento imediato da cena + alívio da culpa + segurança técnica. (Fonte: BRIEFING P3, Objetivos do Funil)
  2. O que NÃO quer: ângulo de guru, linguagem de coach, tom de currículo na autoridade, catastrofização. (Fonte: BRIEFING P4 "o que ele odeia" + COMUNICACAO.md §5.3)
  3. O que NÃO PODE falar: resultado processual (ganhar causa, êxito, decisão favorável), número de alunos, qualquer caso, print ou métrica, "Método PEÇA", "doze peças" contra o livro, "devolutiva" e "espelho" sem contorno. (Fonte: BRIEFING P5, observações 1, 3, 4 e 5)
  4. O que DEVE falar: LEITURA DINÂMICA e O ESQUELETO com esses nomes, os oito encaixes, os dez fluxogramas mostrados na tela, ancoragem 697 → 397 com razão-por-quê, garantia 21 dias, os dois order bumps, frase de contorno sobre correção individual. (Fonte: BRIEFING P1 e P5 + oferta travada)
  5. Maneira de FALAR: "pensa comigo", "raciocina junto aqui", "olha só", "Vossa Excelência", "tá no CPC, eu não inventei", "pronto", "simples assim", "eu te ensino a pescar", "1.400.000 advogados", vocativo afetivo raro e só na absolvição. (Fonte: COMUNICACAO.md §1, §2, §3)
  6. Maneira de ESCREVER: texto para ser FALADO, frase que ela diga sem tomar fôlego, imagem cotidiana por bloco, artigo do CPC toda vez que a afirmação for técnica, marcação de cena rosto/tela, timecode por bloco. (Fonte: instrução da campanha + COMUNICACAO.md §6.5)

COPY BRIEF:

  • BIG IDEIA: o julgador leu a sua peça, só que varrendo, e você escreveu para um leitor que lê do começo ao fim
  • EMOÇÃO-ALVO: alívio com dedo na ferida, o alívio de descobrir que o erro tem nome e endereço depois de anos de suspeita muda
  • DOR cutucada: a decisão que não menciona o argumento que ele passou três dias construindo, e o silêncio de anos sem ninguém nunca ler uma peça dele para dizer o que estava errado
  • DESEJO aceso: abrir a peça pronta e saber que está certa, sem a dúvida de sempre na hora de protocolar
  • QUEBRA DE PADRÃO da abertura: contradiz frontalmente a crença que ele carrega e repete no grupo da OAB. Ele diz "o juiz não leu". A peça responde que leu, e prova
  • CUSTO DE NÃO AGIR: mais um ano inteiro de peças protocoladas sem ninguém nunca dizer qual é o defeito, repetindo o mesmo erro em toda peça, sem saber qual é
  • ÂNGULO ÚNICO: este é o roteiro de tráfego frio. Carrega o mecanismo do zero e paga a promessa com demonstração na tela, porque não existe prova social nenhuma. A versão longa (retargeting) é que aprofunda garantia e ancoragem

PREMISSAS QUE ASSUMI

  • A peça da demonstração é construída, fictícia, e está em pecas-demonstracao/PECA-01-PETICAO-INICIAL.md. Foi desenhada com os erros exatos que a descida do bloco 4 comenta, na ordem em que ela comenta, com o mérito da causa correto e onze páginas. O mapa erro por erro, amarrado a cada fala, está no fim do arquivo da peça
  • O item 16 do stack ("Brinde", ainda não identificado) ficou fora do pitch. Falo "dezessete entregáveis" e nomeio os confirmados
  • Os dez fluxogramas de peça aparecem nomeados na TELA, não na fala (correção do ciclo 1). O Fluxograma dos Trâmites entra separado, como visão macro do procedimento
  • Exemplo didático dos fatos (acidente de trânsito) veio do próprio livro digital, página 16. Não sai de caso de aluno nem de depoimento, é material do próprio curso

1 · FICHA TÉCNICA

Campo Valor
Extensão da fala (corpo + abertura 1) 2.728 palavras
Tempo de fala a 145 palavras/min (base dos timecodes) 18 min 49 s
Os timecodes são estimados Calculados a 145 palavras/min, acumulando do zero, bloco a bloco. A Vanna é professora e pode falar mais devagar. O número real sai da primeira gravação, e é nela que a gente recalibra o indicador de ritmo do teleprompter e o segundo do botão
Aberturas alternativas A abertura 2 tem 139 palavras e a 3 tem 140, contra 104 da abertura 1. Escolhida uma delas, somar 14 ou 15 segundos em todos os blocos seguintes
Faixa alvo 15 a 20 min ✓
Blocos do corpo 6
Segundo em que o botão de compra aparece 10 min 28 s (início do bloco de oferta)
Retomadas do CTA 15 min 05 s e 17 min 35 s
Cenas de rosto Aberturas, blocos 1, 2, 3, fechamento
Cenas de tela compartilhada Bloco 3 (parcial), bloco 4 (integral), bloco 5 (stack e fluxograma)
Razão-por-quê do preço Preço de plataforma na Hotmart (697) contra preço de quem veio pelo vídeo (397). Verificável, sem urgência fabricada
Meta de retenção no 1º minuto Acima de 80% (referência de mercado é 60 a 70%)
Travessões usados 0
Coloquialismo afetivo 2 ocorrências, ambas em absolvição
Promessa de resultado processual Nenhuma

2 · AS TRÊS ABERTURAS (teste A/B)

Regra de uso. As três terminam na mesma linha-ponte, e o corpo do vídeo é idêntico nas três variações. Uma variável por leva. Linha-ponte, igual nas três. "Eu sou Vanna Cabral, professora concursada de Processo Civil há vinte e cinco anos. Fica comigo, que daqui a pouco eu abro uma peça aqui na tela e desço com você linha por linha."


ABERTURA 1 · A DECISÃO

  • Hipótese testada: o gancho mais forte é a cena da perda concreta e recente. Lead de reconhecimento puro, congruente com o criativo da decisão que ignorou o argumento. Aposta no advogado consciente do problema.
  • Cena: rosto na câmera, sem introdução, corte seco no primeiro frame.

Onze páginas, três dias de trabalho, e a decisão saiu ignorando o seu argumento central.

Não foi acolhido, não foi rebatido, não foi nem citado de passagem para ser rejeitado. Ele simplesmente não estava lá.

E você fez o que qualquer advogado faz nessa hora, mandou print no grupo da OAB e escreveu a frase que eu recebo na caixinha todo santo dia. O juiz nem leu a minha peça.

[linha-ponte]


ABERTURA 2 · O JUIZ LEU

  • Hipótese testada: contradizer frontalmente a crença dominante gera mais retenção nos primeiros trinta segundos do que confirmar a dor. Lead de contradição, aposta na curiosidade acima do reconhecimento.
  • Cena: rosto na câmera, muito próximo, ritmo lento nas duas primeiras frases.

Todo advogado que me escreve diz exatamente a mesma frase. O juiz não leu a minha peça.

Eu tenho uma notícia pior para te dar: ele leu.

Ele leu do jeito que ele lê hoje, com uma pilha de processos para despachar até o fim do expediente, e montou a versão dele do seu caso com aquilo que ele conseguiu achar na sua peça. Se o seu melhor argumento não estava no lugar onde o olho dele passou, ele ficou de fora da versão que virou decisão.

Isso tem nome, tem explicação e tem conserto. E não tem nada a ver com você escrever bonito.

[linha-ponte]


ABERTURA 3 · A PEÇA JÁ NA TELA

  • Hipótese testada: num produto sem prova social, começar pela demonstração compra credibilidade antes de qualquer argumento. Lead de prova, aposta em quem já desconfia de VSL de curso.
  • Cena: tela compartilhada JÁ no primeiro frame, com a peça aberta e o cursor parado. Rosto só entra na linha-ponte, em janela pequena no canto.

Essa petição inicial que está aqui na tela tem onze páginas e está tecnicamente correta. Cumpre o artigo 319 do CPC, item por item, e um professor de faculdade daria nota nela sem pensar duas vezes.

E mesmo assim ela perdeu o julgador aqui, no segundo parágrafo dos fatos. Eu vou te mostrar a linha exata daqui a pouco.

Quem escreve uma peça assim não é desleixado. Redige há anos, cumpre a formalidade e tem tese. O que aconteceu com essa peça acontece com a sua toda semana. É por isso que sai decisão passando por cima do argumento que você levou três dias para construir.

[linha-ponte]


3 · O CORPO (idêntico nas três variações)


BLOCO 1 · RECONHECIMENTO DA CENA

  • Timecode: 0:43 a 2:25 · Cena: rosto na câmera
  • Objeção que fecha: "isso não é comigo"

Deixa eu descrever o seu último mês e você me diz se eu errei.

Você recebeu o processo, foi direto no dispositivo, leu a decisão e sentiu aquele frio, porque o ponto central da sua tese não apareceu em lugar nenhum. Aí você voltou, releu a fundamentação inteira procurando, e nada. O juízo enfrentou dois pontos periféricos e decidiu.

E não, isso não é impressão sua, nem mimimi de advogado perdedor. Vai lá no artigo 489, parágrafo primeiro, inciso quarto do CPC. Está escrito com todas as letras que não se considera fundamentada a decisão que deixa de enfrentar os argumentos capazes de derrubar a conclusão do julgador. Tá no código. Eu não inventei.

Ou seja: a lei já te deu esse direito. O seu argumento tinha que ser enfrentado, e não foi.

Agora raciocina junto aqui comigo, porque é aqui que quase todo mundo erra o diagnóstico. Você concluiu que o juiz não leu, guardou a mágoa, e na semana seguinte escreveu a próxima peça exatamente do mesmo jeito. Porque foi assim que você aprendeu, e porque desde que você saiu da faculdade ninguém mais sentou com uma peça sua na frente para te dizer o que estava errado nela.

E o pior nem é aquele processo. É que o mesmo defeito estava na peça que você protocolou ontem, está na que você vai escrever depois de amanhã, e ninguém nunca vai te ligar para avisar qual é.

Faz quantos anos que isso acontece com você?


BLOCO 2 · LEITURA DINÂMICA

  • Timecode: 2:25 a 4:14 · Cena: rosto na câmera. Aos 2:30, legenda em tela com o termo LEITURA DINÂMICA
  • Objeção que fecha: "então eu escrevo mal"

O que acontece com a sua peça tem nome, e o nome é leitura dinâmica.

O julgador não lê a sua peça da primeira à última linha. Ele varre. Passa o olho catando o que precisa para conseguir despachar aquele processo, e com o que ele encontra pelo caminho ele monta a versão dele do seu caso. Depois decide, com a versão que ele conseguiu montar, e não com a que você escreveu.

E antes que você fique bravo com o Judiciário, pensa comigo um segundo.

Quando chega uma contestação de trinta páginas no seu e-mail às cinco da tarde de uma sexta, você lê da primeira à última linha, com calma, acompanhando o raciocínio do colega? Ou você desce direto atrás da preliminar, do que ele impugnou e principalmente do que ele deixou de impugnar?

Pronto. Você acabou de fazer com a peça do outro exatamente o que fazem com a sua. E você fez isso porque tinha volume, tinha prazo e tinha uma decisão para tomar. É a mesma cadeira, do outro lado da mesa.

Então a culpa dessa história não é sua, fofura. Presta atenção no que eu vou te falar agora.

Você foi treinado para escrever para um professor corrigir. Um leitor que lê tudo, na ordem, com tempo, com boa vontade e com a obrigação de chegar até o fim da sua peça, porque ele ia te dar uma nota. Esse leitor não existe mais. Ele não senta naquele gabinete.

Você não escreve mal. Você escreve certo para o leitor errado. O erro está no mapa que te deram.


BLOCO 3 · O ESQUELETO

  • Timecode: 4:14 a 6:53 · Cena: rosto na câmera até 5:11, depois tela compartilhada com a tabela do livro digital
  • Objeção que fecha: "isso é só organizar a peça"

Se o julgador varre, a pergunta muda de lugar. Ela deixa de ser "como eu escrevo melhor" e passa a ser "onde é que eu ponho cada informação para ela ser encontrada por quem está varrendo".

E aqui está a coisa que eu mais repito em vinte e cinco anos de sala de aula: toda peça cível tem o mesmo osso embaixo da carne. É isso que eu chamo de esqueleto.

Muda a carne da inicial para a contestação, da reconvenção para a apelação, do cumprimento de sentença para o agravo. Muda o rito, muda o prazo, muda o recurso. O osso é o mesmo, e são oito encaixes na mesma ordem:

  • competência
  • partes e tratamento
  • hipóteses de cabimento
  • fundamento legal
  • fatos e fundamentos
  • pedido
  • provas
  • valor da causa

[TELA COMPARTILHADA · abrir o livro digital na tabela "Estrutura básica da petição inicial pelo procedimento comum"]

Isso aqui não saiu da minha cabeça. Competência é artigo 46 a 53. Requisito da inicial é artigo 319. Prova documental indispensável é artigo 320. Valor da causa é artigo 292. Vai lá conferir, dá uma lidinha, eu espero.

Agora eu sei exatamente o que você está pensando aí do outro lado. "Vanna, isso é só organizar a peça, botar título bonitinho e seguir a ordem." Não é, e a diferença é justamente o que faz a sua tese chegar ou não chegar.

Organizar é mexer na ordem dos títulos. O que eu estou te falando é que dentro de cada encaixe existe um conteúdo obrigatório, e quando esse conteúdo falta, o julgador não acha e completa sozinho com o que ele imagina.

Pega o encaixe dos fatos, que é onde mais peça morre. Dentro dele têm que estar três coisas, nessa ordem: primeiro a relação que existia entre as partes antes do conflito, depois o fato que gerou a pretensão, e por último a conclusão lógica que amarra os dois. Autor e réu trafegando na mesma via. O réu abalroou a traseira do carro do autor. Logo, o autor tem que ser indenizado.

Parece óbvio quando eu falo assim, devagar. Só que a maioria das peças que passam pela minha mesa começa direto no abalroamento, sem contar quem eram aquelas duas pessoas uma para a outra antes da batida. Aí o julgador varre, não encontra a relação jurídica, e monta ele mesmo a versão que faltou.


BLOCO 4 · DEMONSTRAÇÃO

  • Timecode: 6:53 a 10:28 · Cena: tela compartilhada integral, rosto em janela pequena no canto
  • Este é o bloco de prova. Sem depoimento e sem caso, é a demonstração que paga a promessa.

Chega de teoria, vamos abrir uma peça. E antes eu preciso te falar uma coisa: essa peça aqui fui eu que montei. Não é processo de ninguém e não é peça de aluno meu. Eu juntei numa peça só os erros que mais chegam na minha mesa em vinte e cinco anos corrigindo peça, e montei ela assim de propósito, para você ver cada um deles no lugar exato onde ele acontece. O mérito dessa causa está correto, e eu quero que você preste atenção só em onde a informação está.

[TELA · página 1, cursor no endereçamento]

Começa aqui em cima. O endereçamento está certo, e repara que não tem nome de ação inventado, não tem "ação de obrigação de fazer cumulada com" um parágrafo inteiro. Aluno meu não bota nome em ação. Nome de ação não está no artigo 319, e o julgador que está varrendo não precisa dele para nada.

[TELA · descer para a qualificação]

Qualificação das partes, completa, com os dados do inciso segundo. Passou. Até aqui essa peça é uma peça correta.

[TELA · descer para "DOS FATOS", parar no primeiro parágrafo]

Agora olha o que acontece no primeiro parágrafo dos fatos. Ela abre pelo dia do conflito. Já entra na batida, na cobrança indevida, no descumprimento, seja lá qual for o seu caso. E quem eram essas duas pessoas uma para a outra antes disso acontecer?

Não está aqui. Está na página quatro, no meio de uma frase, dentro de um parágrafo que fala de outra coisa. Está na peça, mas o julgador não vai varrer até lá para procurar.

[TELA · rolar rápido pelas páginas 4, 5 e 6, mostrando o volume]

E olha o tamanho dessa narrativa. Três páginas de fatos misturados com mérito, com citação de doutrina no meio do relato, com o "conforme restará amplamente demonstrado" aparecendo quatro vezes. Não vamos enfeitar pavão. Petição não é TCC.

[TELA · parar no pedido]

E aí chega no pedido, que é o objeto da peça, é o que o juízo vai deferir ou indeferir. Está escrito "requer a procedência da ação". Só isso.

Procedência de quê, exatamente? Pensa comigo: se o julgador varreu a peça, montou uma versão incompleta do caso e chega no pedido, ele encontra "procedência da ação". Ele vai deferir o quê? Ele vai deferir a versão que ele montou. E isso não é implicância minha: o artigo 322 manda o pedido ser certo, o 324 manda ele ser determinado, e essa peça aqui não cumpre nem um, nem outro.

[TELA · descer para provas e valor da causa]

A parte de provas traz "protesta por todas as provas admitidas em direito", a frase que todo mundo escreve e que não diz nada. E o documento que era indispensável, aquele que o artigo 320 manda vir junto desde já, não veio.

Valor da causa no fim, sem critério nenhum do artigo 292.

[TELA · voltar ao topo, mostrar a peça inteira em visão reduzida]

Agora repara numa coisa. Eu não mudei uma vírgula do mérito dessa causa. A tese continua sendo a mesma, o direito continua sendo o mesmo, e quem escreve uma peça assim sabe o que está fazendo. O que está errado é onde cada informação foi colocada.

É por isso que eu digo que a peça não precisa ficar mais bonita. Ela precisa entregar cada informação no ponto exato onde o olho já está procurando. Tamanho não resolve, citação não resolve, palavra difícil resolve menos ainda.


BLOCO 5 · OFERTA

  • Timecode: 10:28 a 17:05 · Cena: rosto na câmera, com inserção de tela nos entregáveis
  • Contorno obrigatório aos 10:28, antes de qualquer preço

Antes de eu te falar do curso, eu preciso ser muito clara sobre uma coisa, porque eu não vendo gato por lebre.

Eu não vou corrigir a sua peça. Isso aqui não é mentoria, não tem análise individual do seu processo, não tem ninguém aqui lendo o que você protocolou. O que tem são mais de quarenta aulas onde eu abro peça na tela e faço com elas exatamente o que eu acabei de fazer com essa aqui, e é você que vai aplicar isso na sua. Eu te ensino a pescar, eu não te dou o peixe. Tem vinte e cinco anos que eu faço isso, e é assim que se constrói advogado bom.

[BOTÃO DE COMPRA APARECE NA TELA · aos 10 min 28 s · início deste bloco · permanece visível até o fim do vídeo]

O curso se chama Peças Cíveis Perfeitas. São 43 aulas, quase nove horas, certificado de dezoito horas-aula.

Mais de vinte dessas aulas são análise de peça. A gente vai da petição inicial encaixe por encaixe, passa por contestação, reconvenção, réplica, alegações finais, liquidação, cumprimento de sentença, impugnação, apelação, agravo de instrumento e embargos de declaração.

E tem um bloco inteiro que quase nenhum curso de redação cobre, que é o das peças que aparecem pouco e travam você com prazo correndo.

  • chamamento de feito à ordem
  • retratação
  • nulidade de citação por edital
  • juntada de mídia digital
  • incidente de desconsideração da personalidade jurídica
  • agravo interno, com minuta e contraminuta

E me responde com honestidade, que aqui ninguém está te ouvindo. Você faz um chamamento de feito à ordem agora, sem pesquisar do zero, com prazo correndo? E uma nulidade de citação por edital? Essas peças aparecem uma vez a cada dois anos e chegam sempre no pior dia possível, e é nesse dia que o advogado descobre que nunca fez uma.

E o esqueleto não tem nada a ver com você não saber escrever. Eu não estou discutindo a sua competência, eu estou discutindo o destinatário. Você acertou o esforço e errou o leitor, e isso não se resolve com mais tempo de prática, porque prática sem ninguém te apontando o erro só repete o erro com mais firmeza.

[TELA · módulo de bônus da área de membros, rolando os arquivos]

Fora as aulas, são dezessete entregáveis, e eu não vou ficar recitando lista para você. Olha na tela.

[TELA · card com os dez fluxogramas lado a lado, nomes legíveis, 6 segundos]

São dez fluxogramas, um para cada peça, mais o dos trâmites, que é o procedimento inteiro numa página só. Tem o livro digital de 56 páginas, artigo por artigo. Tem infográfico, mapa mental, roteiro de estudo e os modelos de peça em formato editável, para você abrir e escrever por cima.

Deixa eu abrir um aqui para você ver o que é.

[TELA · fluxograma da petição inicial em tela cheia, cursor percorrendo os campos]

Esse é o da inicial. Estão ali os oito encaixes na ordem, o que entra dentro de cada um e o artigo que manda em cada um deles. Você não precisa ter assistido aula nenhuma para usar isso amanhã de manhã.

E é essa a resposta para a objeção que você está fazendo agora. "Vanna, eu não tenho tempo de assistir quarenta e três aulas." Não precisa. Abre o fluxograma da peça que você tem que protocolar e escreve com ele do lado. A aplicação vem antes de você terminar o curso.

[Ancoragem · rosto na câmera com ritmo mais lento]

O Peças Cíveis Perfeitas está na Hotmart por 697 reais. Quem chega na página do curso por fora e compra hoje paga esse valor, e vai continuar pagando.

Você não chegou por fora. Você chegou por esse vídeo, sentou comigo esse tempo todo e viu uma peça ser aberta e dissecada linha por linha aqui na tela. Por isso o seu preço é 397 reais, trezentos reais abaixo do preço de plataforma.

Aqui não tem lote, não tem relógio correndo e não tem preço sumindo à meia-noite. É a condição de quem veio por esse vídeo, simples assim.

E faz a conta comigo, que é conta de advogado. Quantas peças você ainda vai escrever na vida? Se você escreve uma por semana, no primeiro trimestre esses 397 reais já saíram por menos de dez reais por peça. E você vai continuar escrevendo peça pelo resto da sua carreira.

[Garantia · aos 15 min 05 s · lembrete verbal do botão]

E o risco é meu, não é seu. Você tem 21 dias de garantia.

O artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor me obriga a te dar sete. Eu te dou três vezes isso. Entra, assiste, baixa os fluxogramas, aplica na peça da semana, e se você achar que não era o que eu falei, pede o dinheiro de volta que devolve inteiro. O botão está aí embaixo, ó.

[Order bumps · tela compartilhada com o checkout aberto]

Na hora do pagamento vão aparecer duas caixinhas, e eu quero te explicar as duas antes que você marque no escuro.

A primeira é o Corretor de Peças PRO, por 67 reais. É a inteligência artificial que eu treinei para corrigir peça, e eu falei corrigir, não escrever. Você cola a sua peça lá e ele te devolve o que está fora do lugar na forma e na técnica. Ele foi treinado para nunca inventar jurisprudência, súmula, artigo ou doutrina, que é o problema de quem terceiriza a peça para o robô. Isso resolve exatamente o medo de assistir o curso inteiro e continuar na dúvida sobre a sua peça.

A segunda é o Expansão CPC, por 47 reais por mês. E olha, isso não tem a ver com o CPC mudar, meu amor, lei nova quase não pega no dia a dia. O que muda é o caso. É a jurisprudência que vira, é a tese nova que aparece, é a ferramenta de inteligência artificial que mudou de novo esse mês. É lá que a gente conversa sobre o caso que você nunca viu antes.

Se você já comprou curso na internet e nunca assistiu, eu entendo, e é por isso que os fluxogramas existem: eles resolvem a peça de amanhã antes de você terminar a primeira aula.


BLOCO 6 · FECHAMENTO

  • Timecode: 17:05 a 18:49 · Cena: rosto na câmera, plano mais fechado, sem inserção
  • Custo de inação.

Eu vou te devolver a pergunta do começo antes de você fechar esse vídeo.

Quando foi a última vez que alguém leu uma peça sua e te disse o que estava errado nela?

Se a resposta for a faculdade, você está há anos repetindo o mesmo defeito em toda peça que escreve, sem saber qual é, porque decisão não vem com comentário na margem. Ela não te diz onde você perdeu. Ela só decide.

[aos 17 min 35 s · gesto apontando para o botão]

Então a partir daqui você tem dois caminhos, e os dois são uma escolha sua.

No primeiro, você fecha esse vídeo, escreve a peça de amanhã do mesmo jeito que escreveu a de ontem, e daqui a um ano a gente se encontra de novo com mais cinquenta peças protocoladas e nenhuma devolutiva sobre nenhuma delas.

No segundo, você clica no botão aqui embaixo, garante o Peças Cíveis Perfeitas por 397 reais com 21 dias de garantia, e amanhã de manhã você escreve com o esqueleto do lado.

Somos um milhão e quatrocentos mil advogados nesse país, e na hora em que o cliente escolhe entre você e o do escritório da esquina, ele não tem como avaliar a técnica de nenhum dos dois. Ele escolhe pela conversa. Quem avalia a sua técnica é quem lê a sua peça, e a peça é o único lugar onde você aparece inteiro, sozinho, sem intermediário e sem ninguém para te apresentar. Se ela não é lida, você não existe naquele processo.

Vai lá no botão. Te vejo na aula um.


4 · NOTA DE PRODUÇÃO PARA O @milagroso

Tela compartilhada (obrigatório): - Bloco 3, a partir de 5:11: livro digital aberto na tabela "Estrutura básica da petição inicial pelo procedimento comum". Zoom progressivo nos oito encaixes conforme ela nomeia - Bloco 4, integral (6:53 a 10:28): a petição inicial construída, diagramada a partir de pecas-demonstracao/PECA-01-PETICAO-INICIAL.md, em A4, fonte serifada, com as quebras de página respeitadas (a relação jurídica cai na página 4 e a tese na página 6, e a fala cita esses números). Rodapé discreto documento didático, peça fictícia em todas as páginas. Zero tarja e zero borrão: não existe dado real a proteger. Cursor visível, scroll lento e manual, nunca automático - Bloco 5, 12:53 a 13:00: módulo de bônus da área de membros, rolando os arquivos, mostrando que existem de verdade - Bloco 5, 13:00 a 13:06: card com os dez fluxogramas lado a lado, nomes legíveis na tela, 6 segundos parados. Como a fala deixou de recitar os dez, é a tela que entrega o valor. Os nomes que precisam aparecer no card são petição inicial, contestação, réplica, alegações finais, liquidação de sentença, cumprimento de sentença, impugnação ao cumprimento, agravo de instrumento, apelação e agravo interno - Bloco 5, 13:26 a 13:50: fluxograma da petição inicial em tela cheia, cursor percorrendo os campos enquanto ela fala. Esse é o momento de maior valor percebido do pitch inteiro, não corta e não acelera - Bloco 5, 15:34: tela do checkout com as duas caixinhas de order bump destacadas

Rosto na câmera: aberturas 1 e 2 integrais, blocos 1, 2, 3 (até 5:11), 5 (fala de ancoragem e garantia) e 6 integral. Na abertura 3 o rosto entra só na linha-ponte, em janela pequena no canto inferior direito.

Legendas: - Legenda queimada do início ao fim, tráfego frio no Meta roda sem som - Destaque em tela (card de texto, não emoji, não ícone) em quatro momentos: LEITURA DINÂMICA aos 2:30 · O ESQUELETO aos 4:40 · os oito encaixes em lista aos 4:50 · 697 riscado virando 397 aos 14:04 - Todo artigo citado entra como legenda de apoio no canto: artigo 489 §1º IV · artigos 46 a 53 · artigo 319 · artigo 320 · artigo 292 · artigo 49 do CDC

Primeiro minuto (meta de retenção acima de 80%): - Zero segundo de rampa. A primeira palavra falada é a primeira palavra do frame 1 - A linha-ponte foi encurtada de propósito e não pode ser regravada mais longa. Ela é o único trecho de apresentação do vídeo inteiro, e apresentação é onde o cético do tráfego frio sai - Se a curva de retenção mostrar queda concentrada nos segundos 30 a 43, o problema é a linha-ponte, não a abertura. Nesse caso, corte "professora concursada de Processo Civil há vinte e cinco anos" para "professora de Processo Civil" e teste de novo

Cortes: - Corte seco no primeiro frame das três aberturas, sem vinheta, sem logo, sem "olá pessoal" - Corte de respiro a cada 8 a 12 segundos nos blocos de rosto (mudança sutil de enquadramento), para segurar retenção sem parecer edição de reels - Nenhum corte durante a descida da peça no bloco 4: a continuidade é o que faz a demonstração parecer real - Bloco 6 sem corte nenhum nos últimos 20 segundos

Botão: aparece por gatilho de tempo aos 10:28, que é o segundo em que o bloco de oferta começa, e permanece visível até o fim. Nunca aparece no load da página.

Áudio: sem trilha nos blocos 1, 2 e 6. Trilha baixa e neutra permitida nos blocos 3 e 5. Bloco 4 sem trilha nenhuma.


COPY DA PÁGINA

Para o ENG colar em pages/config.js de vsl-vanna.pages.dev. Tom idêntico ao do roteiro, e a headline conversa com a headline do criativo (a peça que o juiz pula).

Headline (acima do player, único texto lido antes do vídeo tocar):

Escreva a peça que o juiz encontra mesmo quando ele só varre

Subheadline (uma linha, logo abaixo):

Uma petição montada com os erros que mais aparecem, aberta na tela e descida linha por linha, mostrando onde cada informação precisa estar.

Por que essa e não a neutra: a peça é construída, então "real" saiu obrigatoriamente. Trocar por "montada com os erros que mais aparecem" devolve em curadoria o que a palavra "real" dava em credibilidade, e ainda explica por que a demonstração acerta tantos defeitos numa peça só. Tem 139 caracteres contra 138 da anterior, ou seja, ocupa as mesmas linhas na dobra.

Meta description (para o <meta name="description">, 150 caracteres):

O juiz varre a sua peça em vez de ler do começo ao fim. Veja uma petição montada com os erros mais comuns ser aberta na tela e descida linha por linha.

Texto do botão (surge no segundo 628, ou seja, 10:28):

QUERO ESCREVER COM O ESQUELETO

Variante de teste do botão (rodar só depois que a headline estiver definida, uma variável por vez):

QUERO O CURSO POR R$ 397

Microcopy abaixo do botão:

21 dias de garantia. Se não for o que eu falei no vídeo, eu devolvo o valor inteiro.

Congruência headline da página com a abertura vencedora. Se o teste A/B eleger a abertura 2 ou a 3, a headline da página muda junto, senão o visitante lê uma promessa e ouve outra nos primeiros 3 segundos.

Abertura vencedora Headline da página
1 · A decisão Escreva a peça que o juiz encontra mesmo quando ele só varre
2 · O juiz leu O juiz leu a sua peça. O problema foi o que ele não achou nela
3 · A peça na tela Onze páginas, tecnicamente corretas, e o julgador perdeu a tese na página dois

Pronto para colar:

// pages/config.js
export const copy = {
  headline: "Escreva a peça que o juiz encontra mesmo quando ele só varre",
  subheadline: "Uma petição montada com os erros que mais aparecem, aberta na tela e descida linha por linha, mostrando onde cada informação precisa estar.",
  metaDescription: "O juiz varre a sua peça em vez de ler do começo ao fim. Veja uma petição montada com os erros mais comuns ser aberta na tela e descida linha por linha.",
  ctaLabel: "QUERO ESCREVER COM O ESQUELETO",
  ctaHref: "",              // link do checkout da Hotmart, com o order bump ativo
  ctaDelaySeconds: 628,     // 10:28 no vídeo, gatilho por tempo, nunca no load
  ctaMicrocopy: "21 dias de garantia. Se não for o que eu falei no vídeo, eu devolvo o valor inteiro."
};

Regras da página, para não brigar com o roteiro: - Nada acima da dobra além de headline, subheadline e player. Sem menu, sem logo grande, sem bio - O botão nasce oculto e só aparece pelo gatilho de tempo. Aparecer no load derruba a retenção e antecipa o preço - Zero contador regressivo, zero "vagas limitadas", zero lote. O funil é perpétuo e a razão do desconto é o preço de plataforma contra o preço de quem veio pelo vídeo - Preço não vai escrito acima da dobra. Quem chega pelo Meta ainda não tem contexto para julgar 397


5 · JUSTIFICATIVA DAS DECISÕES

1. A fórmula binária foi reescrita, não usada. A copy oficial do produto trabalha o eixo na binária clássica, negando "escrever bonito" para afirmar "escrever com técnica". Essa construção é violação de gate (G08) e reprova a peça inteira no mse_guard. Além disso, ela é retoricamente mais fraca do que parece: gasta metade da frase negando uma coisa que ninguém defendeu. Reescrevi o eixo na forma afirmativa, no fim do bloco 4: "Ela precisa entregar cada informação no ponto exato onde o olho já está procurando. Tamanho não resolve, citação não resolve, palavra difícil resolve menos ainda." Mantém o contraste (bonito versus técnico) e ainda entrega o mecanismo dentro da mesma frase, o que a fórmula original não fazia. Zero ocorrências da binária no roteiro.

2. Prova zero, demonstração como bloco inteiro. Nenhum depoimento, número de aluno, percentual, caso ou promessa de resultado processual entrou. A única prova é o bloco 4, e ele ocupa quatro minutos dos dezessete, que é o maior bloco individual do roteiro. Onde a copy poderia escorregar para "você vai ganhar mais causas", ela para em "a informação chega onde o olho procura".

3. O artigo 489, §1º, IV como abridor de autoridade. Escolhi ancorar o bloco 1 nesse dispositivo porque ele faz três trabalhos ao mesmo tempo: valida a queixa do avatar com força de lei, prova em dez segundos que quem está falando é professora de Processo Civil, e evita que a peça precise prometer resultado. A lei já garante o enfrentamento do argumento. O que o produto entrega é o argumento ser encontrado.

4. Coloquialismo afetivo: duas ocorrências, ambas na absolvição. "Fofura" aparece uma vez, no bloco 2, exatamente na frase que tira a culpa do advogado. "Meu amor" aparece uma vez, no bloco 5, na frase que desarma o posicionamento errado do Expansão CPC. Nenhum bloco abre com vocativo afetivo. O tom se sustenta em "pensa comigo", "raciocina junto aqui", "tá no código, eu não inventei", "não vamos enfeitar pavão", "aluno meu não bota nome em ação" e no veredito seco.

5. Contorno de reembolso dito na voz dela, antes do preço. A palavra "devolutiva" aparece só no bloco 6, e como descrição do problema (o advogado nunca recebeu devolutiva na vida), nunca como promessa do produto. A frase de contorno abre o bloco 5, antes de qualquer número, e usa o bordão dela ("eu te ensino a pescar") para que a limitação soe como método, e não como falta.

6. Onze peças, nunca doze. O número "onze" aparece uma vez, na abertura 3, referido às páginas da peça mostrada. A contagem de peças do livro não é citada em lugar nenhum: nomeei as peças em lista, que é mais concreto e elimina o risco aritmético.

7. Os dez fluxogramas saíram da fala e foram para a tela. No v1 eles ocupavam dez linhas recitadas, e essa era a única zona morta do roteiro, no meio do bloco 5. Lista falada em voz alta não constrói valor, ela constrói tédio, porque o ouvido não consegue somar dez itens em sequência. Agora o espectador vê os dez existindo num card e ouve a Vanna abrir um deles ao vivo. Valor percebido intacto, e a demonstração do fluxograma da inicial ainda vira a resposta física à objeção de tempo, que continua sendo a objeção mais provável a R$ 397 em tráfego frio.

8. Botão aos 10:28, que é o segundo em que o bloco de oferta começa. O botão nasce junto com a frase de contorno e o nome do produto, ou seja, depois que a demonstração já pagou a promessa e antes do preço. Quem decidiu no bloco 4 clica sem esperar o pitch inteiro. As retomadas ficam em 15:05 (colada na garantia) e 17:35 (colada na bifurcação de decisão). Os três números vieram da contagem de palavras de cada bloco a 145 por minuto, e não de estimativa a olho.

9. As três aberturas testam três leads distintos, não três redações da mesma ideia. A primeira aposta em reconhecimento, a segunda em contradição da crença e a terceira em prova antecipada. Como as três terminam na mesma linha-ponte, a leva pode rodar com uma variável só, que é o que a verba de teste de R$ 3.000 comporta.

10. A abertura 1 perdeu a virada de propósito. No v1 ela entregava, no último parágrafo, exatamente a tese que a abertura 2 carrega inteira. Duas aberturas dizendo a mesma coisa em posições diferentes fazem o teste medir posição da revelação, e não ângulo. Agora a abertura 1 para na queixa ("o juiz nem leu a minha peça") e a virada só chega no bloco 2, onde ela vale para as três variações. O teste voltou a ser limpo.

11. A razão do desconto é verificável, e é por isso que ela funciona. Preço de plataforma contra preço de campanha é o único tipo de razão-por-quê que sobrevive num funil perpétuo. O lead pode abrir a Hotmart numa outra aba e conferir os 697, e a frase continua de pé. Contador regressivo em funil que roda o ano inteiro é mentira que o mesmo lead flagra na segunda impressão do anúncio, e aí queima a marca de uma professora que construiu 26 anos de autoridade. A oferta ainda ganhou uma anti-urgência explícita ("aqui não tem lote, não tem relógio correndo"), que em nicho jurídico funciona como prova de honestidade.

12. A linha-ponte encolheu de 44 para 30 palavras. Com meta de retenção acima de 80% no primeiro minuto, o trecho mais perigoso do vídeo é justamente o único que soa institucional. Cortei "vinte e seis de OAB" e "até o fim", mantive "professora concursada de Processo Civil há vinte e cinco anos", que é o que compra autoridade em cinco segundos. O resto da credencial reaparece diluído nos blocos 3 e 5, em tom conversado, que é como o COMUNICACAO.md manda.

13. O que o revisor mandou cortar e não foi cortado. "Eu te ensino a pescar, eu não te dou o peixe" fica. É verbatim da Vanna, com mais de 40 ocorrências na amostra de 590 reels, registrado no COMUNICACAO.md como a autodefinição dela. Léxico proprietário repetido é martelo mnemônico, e não marca de IA. Mantidos pelo mesmo motivo: "aluno meu não bota nome em ação", "não vamos enfeitar pavão", "dá uma lidinha, eu espero", "tá no código, eu não inventei" e as duas ocorrências de coloquialismo afetivo.


6 · O QUE MUDOU DO V1 PARA O V2

# Onde Mudança
1 Bloco 2, fecho "e mapa errado a gente troca" cortado. Termina em "O erro está no mapa que te deram"
2 Bloco 1, fecho "E há quantos anos isso já vem acontecendo com você?" virou "Faz quantos anos que isso acontece com você?"
3 Abertura 3 Sintaxe truncada reescrita, agora pronunciável em uma respiração
4 Bloco 6 O "1.400.000" ganhou consequência, ancorada na hora em que o cliente escolhe entre ele e o escritório da esquina
5 Bloco 5 Recitação de 18 bullets substituída por card na tela mais abertura ao vivo do fluxograma da inicial
6 Abertura 1 "os próximos quinze minutos" saiu junto com o parágrafo da virada
7 Bloco 5 Anedota do "curso para estagiário" cortada. Entra direto pela pergunta do chamamento de feito à ordem
8 Abertura 1 Termina na queixa, sem entregar a virada que pertence à abertura 2
9 Bloco 5, preço Razão-por-quê nova, preço de plataforma contra preço de quem veio pelo vídeo, mais anti-urgência explícita
10 Linha-ponte Encurtada de 44 para 30 palavras, com plano B de corte registrado na nota de produção
11 Novo Bloco COPY DA PÁGINA com headline, subheadline, botão, microcopy e snippet pronto para o config.js

Não foi tocado nada disso, e é intencional. O bloco 4 inteiro, os bordões proprietários, as duas ocorrências de coloquialismo afetivo, a estrutura de objeções e o timing do botão.


7 · O QUE MUDOU DO V2 PARA O V3

# Onde Mudança
1 Bloco 4, abertura Sai "vamos abrir uma peça de verdade, eu tarjei os dados das partes". Entra a curadoria declarada: ela montou a peça juntando os erros que mais chegam na mesa dela
2 Bloco 4, fecho "o advogado que escreveu isso" virou "quem escreve uma peça assim", que não aponta para autor nenhum
3 Abertura 3 "A pessoa que escreveu isso não é desleixada" virou "quem escreve uma peça assim não é desleixado"
4 Bloco 5, ancoragem "viu uma peça de verdade ser aberta" virou "viu uma peça ser aberta e dissecada linha por linha"
5 Premissas A peça deixou de ser do acervo e passou a ser construída, com o arquivo apontado
6 Nota de produção Some a instrução de tarja em preto. Entra a diagramação da peça construída, com as quebras de página que a fala cita
7 Novo Seção VERSÃO TELEPROMPTER, que a v2 não tinha, com as três aberturas como blocos de variação
8 Copy da página A subheadline dizia "petição real" e passou a dizer "montada com os erros que mais aparecem". Entrou também a meta description, que não existia no bloco, e o ctaDelaySeconds foi para 628

Não foi tocado nada além disso. Mecanismos, oferta, preço, garantia, ordem dos blocos, timecodes e léxico dela ficaram como estavam.


VERSÃO TELEPROMPTER

Bloco pronto para colar no teleprompter da Vanna. Linha iniciada por > é direção e não é lida em voz alta. O que está em negrito sai em amarelo na tela dela. As duas últimas entradas são as aberturas alternativas do teste A/B: grave só a escolhida.

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titulo: VSL Peças Cíveis Perfeitas · versão curta
duracao_alvo: 18:49
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## [00:00] ROSTO · Abertura 1, a decisão

Onze páginas, três dias de trabalho, e a decisão saiu **ignorando o seu argumento central**.

Não foi acolhido, não foi rebatido, não foi nem citado de passagem para ser rejeitado. Ele simplesmente não estava lá.

E você fez o que qualquer advogado faz nessa hora, mandou print no grupo da OAB e escreveu a frase que eu recebo na caixinha todo santo dia. **O juiz nem leu a minha peça.**

Eu sou Vanna Cabral, professora concursada de Processo Civil há vinte e cinco anos. Fica comigo, que daqui a pouco eu abro uma peça aqui na tela e desço com você linha por linha.

## [00:43] ROSTO · Reconhecimento da cena

Deixa eu descrever o seu último mês e você me diz se eu errei.

Você recebeu o processo, foi direto no dispositivo, leu a decisão e sentiu aquele frio, porque o ponto central da sua tese não apareceu em lugar nenhum. Aí você voltou, releu a fundamentação inteira procurando, e nada. O juízo enfrentou dois pontos periféricos e decidiu.

E não, isso não é impressão sua, nem mimimi de advogado perdedor. Vai lá no artigo 489, parágrafo primeiro, inciso quarto do CPC. Está escrito com todas as letras que não se considera fundamentada a decisão que deixa de enfrentar os argumentos capazes de derrubar a conclusão do julgador. **Tá no código. Eu não inventei.**

Ou seja: a lei já te deu esse direito. O seu argumento tinha que ser enfrentado, e não foi.

Agora raciocina junto aqui comigo, porque é aqui que quase todo mundo erra o diagnóstico. Você concluiu que o juiz não leu, guardou a mágoa, e na semana seguinte escreveu a próxima peça exatamente do mesmo jeito. Porque foi assim que você aprendeu, e porque desde que você saiu da faculdade ninguém mais sentou com uma peça sua na frente para te dizer o que estava errado nela.

E o pior nem é aquele processo. É que o mesmo defeito estava na peça que você protocolou ontem, está na que você vai escrever depois de amanhã, e ninguém nunca vai te ligar para avisar qual é.

**Faz quantos anos que isso acontece com você?**

## [02:25] ROSTO · Leitura dinâmica

O que acontece com a sua peça tem nome, e o nome é **leitura dinâmica**.

O julgador não lê a sua peça da primeira à última linha. **Ele varre.** Passa o olho catando o que precisa para conseguir despachar aquele processo, e com o que ele encontra pelo caminho ele monta a versão dele do seu caso. Depois decide, com a versão que ele conseguiu montar, e não com a que você escreveu.

E antes que você fique bravo com o Judiciário, pensa comigo um segundo.

Quando chega uma contestação de trinta páginas no seu e-mail às cinco da tarde de uma sexta, você lê da primeira à última linha, com calma, acompanhando o raciocínio do colega? Ou você desce direto atrás da preliminar, do que ele impugnou e principalmente do que ele deixou de impugnar?

Pronto. Você acabou de fazer com a peça do outro exatamente o que fazem com a sua. E você fez isso porque tinha volume, tinha prazo e tinha uma decisão para tomar. É a mesma cadeira, do outro lado da mesa.

Então **a culpa dessa história não é sua, fofura**. Presta atenção no que eu vou te falar agora.

Você foi treinado para escrever para um professor corrigir. Um leitor que lê tudo, na ordem, com tempo, com boa vontade e com a obrigação de chegar até o fim da sua peça, porque ele ia te dar uma nota. Esse leitor não existe mais. Ele não senta naquele gabinete.

Você não escreve mal. **Você escreve certo para o leitor errado.** O erro está no mapa que te deram.

## [04:14] ROSTO · O esqueleto

Se o julgador varre, a pergunta muda de lugar. Ela deixa de ser "como eu escrevo melhor" e passa a ser "onde é que eu ponho cada informação para ela ser encontrada por quem está varrendo".

E aqui está a coisa que eu mais repito em vinte e cinco anos de sala de aula: **toda peça cível tem o mesmo osso embaixo da carne**. É isso que eu chamo de esqueleto.

Muda a carne da inicial para a contestação, da reconvenção para a apelação, do cumprimento de sentença para o agravo. Muda o rito, muda o prazo, muda o recurso. O osso é o mesmo, e são oito encaixes na mesma ordem:

- competência
- partes e tratamento
- hipóteses de cabimento
- fundamento legal
- fatos e fundamentos
- pedido
- provas
- valor da causa

## [05:11] TELA · A tabela dos oito encaixes

> abrir o livro digital na tabela "Estrutura básica da petição inicial pelo procedimento comum"

Isso aqui não saiu da minha cabeça. Competência é artigo 46 a 53. Requisito da inicial é artigo 319. Prova documental indispensável é artigo 320. Valor da causa é artigo 292. **Vai lá conferir, dá uma lidinha, eu espero.**

Agora eu sei exatamente o que você está pensando aí do outro lado. "Vanna, isso é só organizar a peça, botar título bonitinho e seguir a ordem." Não é, e a diferença é justamente o que faz a sua tese chegar ou não chegar.

Organizar é mexer na ordem dos títulos. O que eu estou te falando é que dentro de cada encaixe existe um conteúdo obrigatório, e quando esse conteúdo falta, o julgador não acha e completa sozinho com o que ele imagina.

Pega o encaixe dos fatos, que é onde mais peça morre. Dentro dele têm que estar três coisas, nessa ordem: primeiro a relação que existia entre as partes antes do conflito, depois o fato que gerou a pretensão, e por último a conclusão lógica que amarra os dois. Autor e réu trafegando na mesma via. O réu abalroou a traseira do carro do autor. Logo, o autor tem que ser indenizado.

Parece óbvio quando eu falo assim, devagar. Só que a maioria das peças que passam pela minha mesa começa direto no abalroamento, sem contar quem eram aquelas duas pessoas uma para a outra antes da batida. Aí o julgador varre, não encontra a relação jurídica, e monta ele mesmo a versão que faltou.

## [06:53] TELA · Demonstração, a petição inicial

> peça de demonstração construída, diagramada em A4 a partir de pecas-demonstracao/PECA-01-PETICAO-INICIAL.md, sem tarja e sem borrão, rosto em janela pequena no canto, sem trilha e sem corte

Chega de teoria, vamos abrir uma peça. E antes eu preciso te falar uma coisa: **essa peça aqui fui eu que montei**. Não é processo de ninguém e não é peça de aluno meu. Eu juntei numa peça só os erros que mais chegam na minha mesa em vinte e cinco anos corrigindo peça, e montei ela assim de propósito, para você ver cada um deles no lugar exato onde ele acontece. O mérito dessa causa está correto, e eu quero que você preste atenção só em onde a informação está.

> página 1, cursor no endereçamento

Começa aqui em cima. O endereçamento está certo, e repara que não tem nome de ação inventado, não tem "ação de obrigação de fazer cumulada com" um parágrafo inteiro. **Aluno meu não bota nome em ação.** Nome de ação não está no artigo 319, e o julgador que está varrendo não precisa dele para nada.

> descer para a qualificação

Qualificação das partes, completa, com os dados do inciso segundo. Passou. Até aqui essa peça é uma peça correta.

> descer para "DOS FATOS", parar no primeiro parágrafo

Agora olha o que acontece no primeiro parágrafo dos fatos. Ela abre pelo dia do conflito. Já entra na batida, na cobrança indevida, no descumprimento, seja lá qual for o seu caso. E quem eram essas duas pessoas uma para a outra antes disso acontecer?

Não está aqui. Está na página quatro, no meio de uma frase, dentro de um parágrafo que fala de outra coisa. Está na peça, mas o julgador não vai varrer até lá para procurar.

> rolar rápido pelas páginas 4, 5 e 6, mostrando o volume

E olha o tamanho dessa narrativa. Três páginas de fatos misturados com mérito, com citação de doutrina no meio do relato, com o "conforme restará amplamente demonstrado" aparecendo quatro vezes. **Não vamos enfeitar pavão. Petição não é TCC.**

> parar no pedido

E aí chega no pedido, que é o objeto da peça, é o que o juízo vai deferir ou indeferir. Está escrito "requer a procedência da ação". Só isso.

Procedência de quê, exatamente? Pensa comigo: se o julgador varreu a peça, montou uma versão incompleta do caso e chega no pedido, ele encontra "procedência da ação". Ele vai deferir o quê? Ele vai deferir a versão que ele montou. E isso não é implicância minha: o artigo 322 manda o pedido ser certo, o 324 manda ele ser determinado, e essa peça aqui não cumpre nem um, nem outro.

> descer para provas e valor da causa

A parte de provas traz "protesta por todas as provas admitidas em direito", a frase que todo mundo escreve e que não diz nada. E o documento que era indispensável, aquele que o artigo 320 manda vir junto desde já, não veio.

Valor da causa no fim, sem critério nenhum do artigo 292.

> voltar ao topo, mostrar a peça inteira em visão reduzida

Agora repara numa coisa. **Eu não mudei uma vírgula do mérito dessa causa.** A tese continua sendo a mesma, o direito continua sendo o mesmo, e quem escreve uma peça assim sabe o que está fazendo. O que está errado é onde cada informação foi colocada.

É por isso que eu digo que a peça não precisa ficar mais bonita. Ela precisa entregar cada informação no ponto exato onde o olho já está procurando. Tamanho não resolve, citação não resolve, palavra difícil resolve menos ainda.

## [10:28] ROSTO · O contorno e o curso

> o botão de compra aparece no primeiro segundo deste bloco e fica visível até o fim do vídeo

Antes de eu te falar do curso, eu preciso ser muito clara sobre uma coisa, porque eu não vendo gato por lebre.

Eu não vou corrigir a sua peça. Isso aqui não é mentoria, não tem análise individual do seu processo, não tem ninguém aqui lendo o que você protocolou. O que tem são mais de quarenta aulas onde eu abro peça na tela e faço com elas exatamente o que eu acabei de fazer com essa aqui, e é você que vai aplicar isso na sua. **Eu te ensino a pescar, eu não te dou o peixe.** Tem vinte e cinco anos que eu faço isso, e é assim que se constrói advogado bom.

O curso se chama **Peças Cíveis Perfeitas**. São 43 aulas, quase nove horas, certificado de dezoito horas-aula.

Mais de vinte dessas aulas são análise de peça. A gente vai da petição inicial encaixe por encaixe, passa por contestação, reconvenção, réplica, alegações finais, liquidação, cumprimento de sentença, impugnação, apelação, agravo de instrumento e embargos de declaração.

E tem um bloco inteiro que quase nenhum curso de redação cobre, que é o das peças que aparecem pouco e travam você com prazo correndo.

- chamamento de feito à ordem
- retratação
- nulidade de citação por edital
- juntada de mídia digital
- incidente de desconsideração da personalidade jurídica
- agravo interno, com minuta e contraminuta

E me responde com honestidade, que aqui ninguém está te ouvindo. Você faz um chamamento de feito à ordem agora, sem pesquisar do zero, com prazo correndo? E uma nulidade de citação por edital? Essas peças aparecem uma vez a cada dois anos e chegam sempre no pior dia possível, e é nesse dia que o advogado descobre que nunca fez uma.

E o esqueleto não tem nada a ver com você não saber escrever. Eu não estou discutindo a sua competência, eu estou discutindo o destinatário. Você acertou o esforço e errou o leitor, e isso não se resolve com mais tempo de prática, porque prática sem ninguém te apontando o erro só repete o erro com mais firmeza.

## [12:53] TELA · O que vem junto

> módulo de bônus da área de membros, rolando os arquivos

Fora as aulas, são dezessete entregáveis, e eu não vou ficar recitando lista para você. Olha na tela.

> card com os dez fluxogramas lado a lado, nomes legíveis, 6 segundos

São dez fluxogramas, um para cada peça, mais o dos trâmites, que é o procedimento inteiro numa página só. Tem o livro digital de 56 páginas, artigo por artigo. Tem infográfico, mapa mental, roteiro de estudo e os modelos de peça em formato editável, para você abrir e escrever por cima.

Deixa eu abrir um aqui para você ver o que é.

> fluxograma da petição inicial em tela cheia, cursor percorrendo os campos

Esse é o da inicial. Estão ali os oito encaixes na ordem, o que entra dentro de cada um e o artigo que manda em cada um deles. Você não precisa ter assistido aula nenhuma para usar isso amanhã de manhã.

E é essa a resposta para a objeção que você está fazendo agora. "Vanna, eu não tenho tempo de assistir quarenta e três aulas." Não precisa. Abre o fluxograma da peça que você tem que protocolar e escreve com ele do lado. A aplicação vem antes de você terminar o curso.

## [14:04] ROSTO · A ancoragem e a garantia

> volta pro rosto, ritmo mais lento, legenda com 697 riscado virando 397

O Peças Cíveis Perfeitas está na Hotmart por 697 reais. Quem chega na página do curso por fora e compra hoje paga esse valor, e vai continuar pagando.

Você não chegou por fora. Você chegou por esse vídeo, sentou comigo esse tempo todo e viu uma peça ser aberta e dissecada linha por linha aqui na tela. Por isso o seu preço é **397 reais**, trezentos reais abaixo do preço de plataforma.

Aqui não tem lote, não tem relógio correndo e não tem preço sumindo à meia-noite. É a condição de quem veio por esse vídeo, simples assim.

E faz a conta comigo, que é conta de advogado. Quantas peças você ainda vai escrever na vida? Se você escreve uma por semana, no primeiro trimestre esses 397 reais já saíram por menos de dez reais por peça. E você vai continuar escrevendo peça pelo resto da sua carreira.

> aos 15 min 05 s, lembrete verbal do botão

E o risco é meu, não é seu. Você tem **21 dias de garantia**.

O artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor me obriga a te dar sete. Eu te dou três vezes isso. Entra, assiste, baixa os fluxogramas, aplica na peça da semana, e se você achar que não era o que eu falei, pede o dinheiro de volta que devolve inteiro. O botão está aí embaixo, ó.

## [15:34] TELA · As duas caixinhas do checkout

> tela compartilhada com o checkout aberto

Na hora do pagamento vão aparecer duas caixinhas, e eu quero te explicar as duas antes que você marque no escuro.

A primeira é o Corretor de Peças PRO, por 67 reais. É a inteligência artificial que eu treinei para corrigir peça, e eu falei corrigir, não escrever. Você cola a sua peça lá e ele te devolve o que está fora do lugar na forma e na técnica. Ele foi treinado para nunca inventar jurisprudência, súmula, artigo ou doutrina, que é o problema de quem terceiriza a peça para o robô. Isso resolve exatamente o medo de assistir o curso inteiro e continuar na dúvida sobre a sua peça.

A segunda é o Expansão CPC, por 47 reais por mês. E olha, isso não tem a ver com o CPC mudar, meu amor, lei nova quase não pega no dia a dia. O que muda é o caso. É a jurisprudência que vira, é a tese nova que aparece, é a ferramenta de inteligência artificial que mudou de novo esse mês. É lá que a gente conversa sobre o caso que você nunca viu antes.

Se você já comprou curso na internet e nunca assistiu, eu entendo, e é por isso que os fluxogramas existem: eles resolvem a peça de amanhã antes de você terminar a primeira aula.

## [17:05] ROSTO · Fechamento

Eu vou te devolver a pergunta do começo antes de você fechar esse vídeo.

Quando foi a última vez que alguém leu uma peça sua e te disse o que estava errado nela?

Se a resposta for a faculdade, você está há anos repetindo o mesmo defeito em toda peça que escreve, sem saber qual é, porque decisão não vem com comentário na margem. Ela não te diz onde você perdeu. Ela só decide.

> aos 17 min 35 s, gesto apontando para o botão

Então a partir daqui você tem dois caminhos, e os dois são uma escolha sua.

No primeiro, você fecha esse vídeo, escreve a peça de amanhã do mesmo jeito que escreveu a de ontem, e daqui a um ano a gente se encontra de novo com mais cinquenta peças protocoladas e nenhuma devolutiva sobre nenhuma delas.

No segundo, você clica no botão aqui embaixo, garante o Peças Cíveis Perfeitas por 397 reais com 21 dias de garantia, e amanhã de manhã você escreve com o esqueleto do lado.

Somos um milhão e quatrocentos mil advogados nesse país, e na hora em que o cliente escolhe entre você e o do escritório da esquina, ele não tem como avaliar a técnica de nenhum dos dois. Ele escolhe pela conversa. Quem avalia a sua técnica é quem lê a sua peça, e a peça é o único lugar onde você aparece inteiro, sozinho, sem intermediário e sem ninguém para te apresentar. **Se ela não é lida, você não existe naquele processo.**

Vai lá no botão. **Te vejo na aula um.**

## [00:00] ROSTO · Abertura 2, o juiz leu (variação A/B)

> teste A/B: grave só a abertura escolhida. O corpo do vídeo é idêntico nas três e todas terminam na mesma linha-ponte

Todo advogado que me escreve diz exatamente a mesma frase. O juiz não leu a minha peça.

Eu tenho uma notícia pior para te dar: ele leu.

Ele leu do jeito que ele lê hoje, com uma pilha de processos para despachar até o fim do expediente, e montou a versão dele do seu caso com aquilo que ele conseguiu achar na sua peça. Se o seu melhor argumento não estava no lugar onde o olho dele passou, ele ficou de fora da versão que virou decisão.

Isso tem nome, tem explicação e tem conserto. E não tem nada a ver com você escrever bonito.

Eu sou Vanna Cabral, professora concursada de Processo Civil há vinte e cinco anos. Fica comigo, que daqui a pouco eu abro uma peça aqui na tela e desço com você linha por linha.

## [00:00] ROSTO · Abertura 3, a peça já na tela (variação A/B)

> tela compartilhada já no primeiro frame, com a peça aberta e o cursor parado. O rosto entra só na linha-ponte, em janela pequena no canto

Essa petição inicial que está aqui na tela tem onze páginas e está tecnicamente correta. Cumpre o artigo 319 do CPC, item por item, e um professor de faculdade daria nota nela sem pensar duas vezes.

E mesmo assim ela perdeu o julgador aqui, no segundo parágrafo dos fatos. Eu vou te mostrar a linha exata daqui a pouco.

Quem escreve uma peça assim não é desleixado. Redige há anos, cumpre a formalidade e tem tese. O que aconteceu com essa peça acontece com a sua toda semana. É por isso que sai decisão passando por cima do argumento que você levou três dias para construir.

Eu sou Vanna Cabral, professora concursada de Processo Civil há vinte e cinco anos. Fica comigo, que daqui a pouco eu abro uma peça aqui na tela e desço com você linha por linha.

Roteiro VSL curta v3 · @claudinho · MSE · peça de demonstração construída · sem prova social, sem promessa de resultado processual, sem "Método PEÇA"